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Larissa Busch, a magnética

Fotos:
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Texto: RIOetc

[Tiago Petrik]

Larissa Busch tem 19 aninhos – é a caçula do IV Concurso Anual do Retrato Ideal e Otimista da Carioquice Autêntica (Carioca 2015). E ela é da Barra. “Mas não escreve isso, senão vão fazer bullying comigo!”. Desculpa, Larissa, mas foi irresistível. Pessoal, não façam bullying com a Larissa! Sem qualquer menosprezo às demais candidatas, todas apaixonantes, Larissa é a típica carioca gente boa, daquelas de almanaque. Tão novinha, possui um magnetismo de certa forma inexplicável. Mas vamos tentar:

Larissa é cria do Colégio de Aplicação da UFRJ. Isso talvez ajude. Como toda CAPiana, é muito orgulhosa. “Tenho um amor gigante pela escola, faz muito parte de mim, é estranho”, conta. Ela era do Grêmio Estudantil, daquelas que falavam no microfone e frequentavam congressos. Lá aprendeu, entre tantas coisas, que decisões podem ser compartilhadas, e assim é muito mais legal. Tinha ótima relação com colegas e professores. Este ano, começou a cursar Comunicação Social na UFRJ e, adivinha?, também está apaixonada. “Tô curtindo muito, apesar do início ser bastante teórico, mas sinto que achei meu lugar no mundo”, referindo-se ao campus da Praia Vermelha.

O mundo da Larissa tem praia, muita praia. “Vou todo dia”, conta. “Sempre fui de acordar cedo pra aproveitar o dia”. Pratica esportes compulsivamente: é fera na altinha, corre 4 Km em 25 minutos (a meta é em breve chegar aos 10Km e disputar provas de rua), fez aula de futevôlei, ali na Vinicius, bamboleia (“faço parte de um coletivo, o Movimento Bambolê RJ, que hoje tem umas 300 pessoas, que se reúnem no MAM ou no Arpoador”), fez Muay-thai (“mais pelo exercício”), acrobacia aérea e está se aperfeiçoando nos patins – é a feliz proprietária de um modelo antiguinho de quatro rodas, de botinha branca. “Sou hiperativa com esportes”, ela reconhece.

Engraçado é que, mesmo assim, a Larissa é conhecidinha na cena noturna. Ela trouxe pro Rio a festa Putzbrilha, que já existia em Uberlândia. Ambientada com luz negra, distribui tinta neon pra galera se pintar. Na Cidade Maravilhosa, a festa chegou a reunir 3 mil pessoas, nas edições realizadas no Espaço Rampa, em 2013. As últimas foram pro seleto público de 500 pessoas que cabem na Fosfobox. A próxima, anota aí, é dia 3 de janeiro, na La Paz. “A chave do sucesso de uma festa é a escolha do público”, dá a dica. Por conta da festa, que começou só produzindo, aprendeu a discotecar. Toca de tudo, depende “o que a pista tá pedindo”, diz. “Mas na verdade, nem sou tão festeira assim”, assume.

Mas, peraí, o que dizer de uma pessoa que anda com purpurina na bolsa? “Qualquer momento pode ser o momento da purpurina, por isso levo comigo. Às vezes, porque encontrei um amigo na rua e fiquei feliz, aí passo”, diz, como se fosse a coisa mais natural do mundo. “Por isso gosto tanto de carnaval: é a época do ano em que você pode esbarrar nas pessoas com purpurina e ninguém vai ficar chateado”. Agora fala sério: quem é que iria ficar chateado de esbarrar com a Larissa por aí?

Pra votar na Larissa, você já sabe: é só dar uma passada amanhã na Casa Ipanema (Rua Garcia d’Ávila, 77, Ipanema) das 15h às 18h e doar roupas e brinquedos, novos ou usados, mas em bom estado, e dizer que está fazendo a doação em nome dela. Tudo o que for arrecadado será entregue à Associação Lutando para Viver. Cada item doado vale 10 pontos no concurso, conforme já explicamos aquiPra conferir as outras candidatas, dá um pulinho no perfil da Luna, da Lívia e da Joana!

 

 

Fotos: Tiago Petrik

Fotos: Tiago Petrik

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