Ir para conteúdo

‘Purpurina devia ser pro ano inteiro’

Fotos: Tiago Petrik
|
Texto: RIOetc

Essa aí das fotos quem já foi abordado por nós na rua talvez já conheça. É a nossa superdesigner e coolhunter Vivi Melchior.

Hoje foliã das mais empolgadas, quem diria, não gostava de carnaval até 2012. “Só via aquela gente bêbada e não entendia qual era a graça”, lembra. Até que – tcharã! – Vivi fez um grande esforço e foi comemorar o aniversário de uma amiga em Paquetá, no já distante carnaval de 2012. Chegando à ilha, seguiram um bloquinho de rua, que tocava para poucas pessoas cantando marchinhas. Aí caiu a ficha, e a Vivi mudou. Para ela, que ama um brilho, “purpurina deveria ser usada durante o ano inteiro”. Bem observado, não? Chuva de likes pra ela!

“Depois disso, comecei a procurar blocos com este formato, com pouca gente e boa música”, conta. Entre as fantasias que usa, uma sempre é fatalmente de pássaro. E sempre tem alguma com cunho mais político também – não à toa ela escolheu essa tattoo “Amar Sem Temer” pra colocar no peito, da nova coleção que criamos com a Le Petit Pirate. As tatuagens são atóxicas – servem portanto a adultos e crianças -, certificadas pelo Inmetro.

As cartelas deste ano estão à venda por R$ 29 cada. A coleção completa custa R$ 52, mesmos preços praticados nos últimos dois carnavais. A propósito: mandamos imprimir uma nova leva das tattoos de 2016 e de 2017, pra ampliar as opções. À venda no site da Le Petit ou na nossa loja (Largo dos Leões, 81 C).

 

Comentários