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Maria Tereza, África e 3 programas culturais

Fotos:
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Texto: RIOetc

A Maria Tereza da Silva é de Blumenau, em Santa Catarina e veio aqui pro Rio há seis meses. “Eu vinha com frequência para cá. Amo e me identifico muito com o life style daqui, tanto no lado pessoal como o profissional”, conta Maria, que estuda design de moda.

Por falar em moda, Maria tem um projeto com um estilista de Guiné Bissau, a marca chamada Beta. “É uma marca africana, porém com uma pegada mais atual, fugindo dos padrões de roupas africanas que estamos acostumados a ver”, explica. A intenção da marca é mostrar que a moda africana vai além dos conceitos e padrões que estamos acostumados a ver. O lançamento oficial deve acontecer em meados de março.

Para conhecer um pouco mais sobre a – maravilhosa – cultura africana, separamos três programas aqui no Rio que você pode ir visitar:

– Cais do Valongo e da Imperatriz: hoje um museu a céu aberto, foi construído para esvaziamento do comércio de escravos da antiga Rua Direita (atual Rua Primeiro de Março), onde estava localizado o Paço Imperial, sede do governo português. Para mais infos, clica aqui.

– Pedra do Sal: No século XVII, quando as águas do mar alcançavam a base da pedra, o sal comprado pela colônia de Portugal era ali descarregado pelos escravos. Hoje é um dos redutos do samba aqui no Rio. Para mais infos, clica aqui.

– Jongo da Serrinha: uma tradição secular vinda do cativeiro: o jongo, dança sensual que surgiu no Rio com o povo africano da região Congo-Angola. Lá foi criado para resgatar esta cultura e hoje se divide em três núcleos: cultural (shows, rodas de jongo), educacional (aulas de jongo, projetos com meio ambiente) e uma ONG. Para mais infos, clica aqui.

Fotos: Victor Ronccally

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