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Da unidade ao Coletivo Negro

Fotos: Felipe Haua
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Texto: RIOetc

Welerson Santos estava no Festival de Primavera da PUC- Rio quando o encontramos. O menino começou em Química, mas decidiu mudar pra Psicologia porque queria estudar sobre negros e LGBT+ dentro dessa área, e adorou o curso da PUC. Aproveitando que já estava ali, ficou para o festival, que conhecia de outras edições. Para ele, é de extrema importância um festival que traz tantos artistas negros, como na ultima edição, que teve Dreamteam do Passinho e Rincon Sapiência. “Numa universidade onde o espaço é majoritariamente branco, é muito bom escutar e ver pessoas negras ali, representando e inspirando, ainda mais nesse mês tão importante em que celebramos a Consciência negra”, diz. Na verdade, a consciência racial não deveria se dar apenas no mês de novembro, mas como ele colocou muito bem, “é um dia importante para lembrar à branquitude que os pretos estão presentes”. Como um membro do Nuvem Negra, coletivo de negros e negras da PUC- Rio, Welerson contou que esse é o mês mais ocupado do ano, já que sempre dão palestras, recebem visitas de escolas, vão a eventos, entre outras mil coisas. A proposta do coletivo é acolhimento, para ter um fortalecimento pra se manter na faculdade. Vale para o ano todo.

 

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