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Novas frequências no laboratório de Tunga

Fotos:
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Texto: RIOetc

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Fotos: Bruno Machado

Aqui no RIOetc a gente é fã do Festival Novas Frequências – criado em 2011 pela dupla Chico Dub e Thati Lopes, já entrou pro calendário carioca. É uma oportunidade ímpar para a descoberta de possibilidades de linguagens sonoras. A quinta edição começa hoje (1º) e vai até dia 8/12, reunindo 42 artistas de 12 países. Como diversidade é o mote, a programação conta com shows, performances, festa, palestras, discussões, oficinas, e, pela primeira vez, uma mostra de filmes, uma exposição de arte e um hacklab. E você pode se perguntar: se é um festival de música, por que ele está publicado aqui na coluna Indoor, e não no RIOetc Musical, como seria mais óbvio? Primeiro, porque a ideia é fazer “arte sonora”, e não “música” exatamente; depois, porque o Laboratório Agnut, ateliê do artista plástico Tunga – aberto à visitação pública, também de forma inédita – é um dos sete espaços dedicados ao evento (Oi Futuro Ipanema, SESC Ginástico, Maison de France, Cais da Imperatriz, Audio Rebel e Casa Rio são os demais).

Na casa da Estrada do Joá, 3839, as fotografias de Fabio Ghivelder utilizadas na identidade visual do festival serão apresentadas, sem interferências gráficas, em uma exposição. E o dono da casa expõe uma “instauração” batizada “Delivered in Voices” (veja o vídeo abaixo). A cada dia, artistas e músicos experimentais de várias vertentes serão convidados a interagir com a obra sonora do anfitrião: Ava Rocha & Eduardo Manso (hoje), Dissonâmbulos (amanhã, quarta), N-1 (quinta, dia 3), Lilian Zaremba & Fred Paredes (sexta, dia 4), Lucas Santtana (sábado, dia 5), Meteoro (domingo, dia 6), Thingamajicks & Marcelo Mudou (segunda, 7/12), DEDO (terça que vem, dia 8) e Félicia Atkinson (encerrando o evento, só pra convidados, dia 9).

Tunga não estava em casa quando lá estivemos pra fazer essas fotos (quem der play na setinha vai ver tudo). Mas visitamos também seu site, de onde tiramos a seguinte frase: “Sempre gostei de bagunça. Nem de ordem nem desordem. Bagunça. O que tenho à mão vou mexendo até perder, até achar de novo”. A entrada nessa bagunça é gratuita, com 60 vagas por dia. A programação do ateliê começa às 15h. Pra conferir o resto da festança, vem aqui.

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