Ir para conteúdo

Mães em Movimento: Laura Pitangui

Fotos: Bel Corção
|
Texto: RIOetc

Mães em Movimento: um retrato da nova geração de mães que está redefinindo o estereótipo da maternagem.

Elas transitam entre carreira e vida pessoal, se entendem na sua individualidade e são sinônimos de mobilidade. A Sandálias Ipanema, em co-criação com a Noix e o RIOetc, apresenta Mães em Movimento, projeto que quer retratar as mães que são livres para transitar pelos espaços, prezam pela sua individualidade e reconfiguram o relacionamento entre a maternagem e os outros aspectos da sua vida. Convidamos oito mães para mostrar que ser mãe também é ser livre dos pés à cabeça. Conheça agora Laura Pitangui (@laura.pitangui).

A Laura é a personificação de alguém que dá duro mas faz questão de manter o bom humor. Para ela, ser mãe é tão gratificante quanto pode ser cansativo. Assim como uma boa parte das mulheres, após o nascimento do filho ela se viu bombardeada de informações e ao mesmo tempo lotada de dúvidas. Três anos depois de muito aprendizado com Shayan, hoje ela enxerga que a maternidade é uma oportunidade para desenvolver amor, compaixão, paciência e foco.

“Atualmente eu só agradeço a deusa por ter passado por tudo o que eu passei e hoje eu me sinto mais forte. Acho que a maternidade também traz isso, uma fortaleza, uma soberania, uma onipotência, que eu acho que eu nunca tive. Hoje em dia eu me enxergo como uma entidade encarnada aqui nesse planeta e me sinto capaz de tudo, sabe? Mulher deusa. Eu me sinto muito assim”. Segundo a Laura, a espiritualidade ajudou com que ela lidasse até com o signo do filho, um aquariano nato: “eu só tenho a agradecer ao meu filho, apesar de ele ser aquariano, muda muito de humor, faz muito drama, mas tirando isso meu filho é um anjo, um santo. As mães, né?, cheias de ilusão”, brinca.

Para além da questão astrológica – agora falando sério -, educar o Shayan foi um desafio extra para a Laura, feminista convicta tentando livrar o filho de certos machismos presentes na sociedade. O segredo para não reproduzir estereótipos foi buscar a terapia: segundo ela, uma dica de ouro para todas as mães que procuram se conhecer e trabalhar alguns traumas que podem ser transferidos na criação dos filhos.

Comentários