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Funk, cultura e militância

Fotos: Wendy Andrade
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Texto: RIOetc

@raiznana

A Nana Raiza é estudante de Ciências Sociais na UFRJ, produtora cultural e trabalha no Instituto Cultural Funk Rio. O projeto é “um espaço de linguagem comum entre os jovens pretos das favelas do Rio, que permite que os mesmos se manifestem cultural, intelectual e artisticamente. Usando a narrativa em primeira pessoa, eles podem falar sobre a própria história, através da ferramenta da resistência que o funk traz. Tenho como propósito utilizar o funk e a narrativa negra como forma de militância e resistência”. Hoje o projeto está sendo desenvolvido com 50 jovens na favela da Maré e existe desde o ano passado. E que voe longe!

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